in, Catecismo da Igreja Católica (CIC), n.º 1916

A participação de todos na promoção do bem comum implica, como qualquer dever ético, uma conversão incessantemente renovada dos parceiros sociais. A fraude e outros subterfúgios, pelos quais alguns se esquivam às obrigações da lei e às prescrições do dever social, devem ser firmemente condenados como incompatíveis com as exigências da justiça. Importa promover o progresso das instituições que melhoram as condições da vida do homem.

Paulo Jorge Ferreira

1 comentário:

Paulo Jorge Ferreira disse...

A fé e a "verdade" dos homens pode ser fraca mas a sabedoria de Deus é eterna.